Apadrinhamento Afetivo

00:00:00 Dayane Marins 0 Comments



Olá, hoje o LàR está vindo com uma proposta diferente de reflexão. Falaremos da mudança que você pode fazer na vida de uma criança e/ou adolescente. O apadrinhamento afetivo pode fazer você mudar a vida de uma pessoa e, provavelmente, mudará a sua vida também. 

O que é o apadrinhamento afetivo?

Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) (2015), é um programa para crianças e adolescentes que vivem em situações de acolhimento ou em famílias acolhedoras, com o objetivo de promover vínculos afetivos seguros e duradouros entre eles e pessoas da comunidade que se dispõem a ser padrinhos e madrinhas.

O perfil da criança para apadrinhamento:

São crianças acima de 6 anos, que estão fora do perfil de adoção e que, por ordem judicial,  foram tiradas de suas casas por situação de risco, vulnerabilidade e/ou abandono.

Quais são as funções dos padrinhos e das madrinhas?

O apadrinhamento visa resgatar o convívio familiar e social, podendo proporcionar a criança referências, assim como, o auxílio emocional, orientação vocacional, dentre outros.

Através desse contato, principalmente da rotina da casa, a criança e o adolescente tem a possibilidade de ver como funciona uma família e a rotina de uma casa, pode também aprender tarefas necessárias para viver bem em um lar, sempre contando com muito afeto.

Inicialmente, só poderão visitar seus afilhados(as) nos abrigos. A criança só poderá ir a casa do padrinho/madrinha depois de uma vistoria na casa do mesmo. Depois de um tempo no processo, o padrinho poderá participar na escola, em tratamentos médico e etc. Em caso de viagem e férias, só poderão serem feitas mediante uma autorização da vara de família.

O padrinho ou a madrinha se torna referência. Quem apadrinha não recebe a guarda da criança e é isso que diferencia de uma adoção. Quem entra com o processo de adoção deseja ser pai ou mãe daquela criança ou adolescente. 

O que posso fazer com meu afilhado ou minha afilhada?
  •  Levar para passear;
  •  Acompanhar e ajudar nas tarefas da escola;
  •  Levar ao médico e ao dentista;
  •  Realizar brincadeiras em dias de visita ao abrigo;
  •  Levar (se desejado) o afilhado para passar um dia ou fim de semana em sua residencia.

Quem pode apadrinhar?

Pessoas que atendam a função necessária de um padrinho/madrinha, passe pelo o curso que a instituição disponibiliza. 
  •  Ter disponibilidade de tempo para participar efetivamente da vida do(a) afilhado(a) (visitas ao abrigo, a escola, passeios, etc.);
  •  Ter mais de 21 anos (respeitando a diferença de ser 16 anos mais velho do que a criança ou adolescente);
  •  Participar das oficinas e reuniões com a equipe técnica do projeto;
  •  Apresentar toda a documentação exigida;
  •  Consentir visitas técnicas na sua residência;
  •  Respeitar as regras e normas colocadas pelos responsáveis do projeto e dos abrigos.
Você pode apadrinhar financeiramente uma criança, tendo ou não um vínculo afetivo.
Assim você contribui com uma pequena quantia mensal, para atender as necessidades básicas da criança. Através de relatórios você passa a acompanhar a vida da criança ou adolescente apadrinhado, tendo acesso a fotos, estado de saúde, seu desempenho escolar, entre outros assuntos. Pode trocar cartas com a criança, enviar presentes, e até visita-la. Fica a seu critério.

Para saber mais sobre apadrinhamento afetivo procure a Vara da infância, da juventude e do idoso da sua cidade ou entre em contato com o CNJ (http://www.cnj.jus.br)

Para saber mais sobre apadrinhamento financeiro:




Não se esqueça de ver esse lindo vídeo ^^

Que o amor se soma, para se somar todos os dias <3










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